Iluminação residencial

Guia completo sobre Iluminação residencial: tudo o que você precisa saber

Iluminação residencial: GUIA COMPLETO | Blog da Dimensional

A iluminação residencial pode ajudar a tornar os ambientes mais funcionais, contribuir para a decoração e estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas.

Para isso, é preciso conhecer os tipos de iluminação, temperatura de cor, lâmpadas, luminárias e tudo mais que pode influenciar na iluminação do espaço.

Se você ainda não sabe por onde começar, continue a leitura! No blog da Dimensional, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa saber sobre iluminação residencial. Confira!

O que é um projeto de iluminação?

Um projeto de iluminação, ou projeto luminotécnico, busca identificar qual é a utilização adequada da iluminação artificial para valorizar a arquitetura de um ambiente e torná-lo mais funcional de acordo com seu objetivo. 

Ambientes empresariais, por exemplo, precisam estimular a atenção e a produtividade. Já espaços residenciais, buscam trazer aconchego e conforto. E, acredite: a iluminação adequada faz toda a diferença para transmitir essas sensações.

Para alcançar esse objetivo, o profissional responsável pelo projeto luminotécnico analisa:

  • tipo de iluminação ideal;
  • escolha da lâmpada;
  • temperatura da cor;
  • intensidade da luz;
  • posição das lâmpadas.

Além de proporcionar a funcionalidade necessária para cada espaço, tudo isso também contribui para gerar economia de energia, já que a iluminação é organizada de maneira estratégica conforme a necessidade do ambiente.

Um bom design de iluminação transforma uma casa em um lar. Ele valoriza o design de interiores e a arquitetura, e deve ser projetado para refletir como usamos nossa casa. Uma residência pode ter o design de interiores mais bonito e uma arquitetura impressionante, mas se a iluminação estiver errada, ela simplesmente não parecerá um lar.

A iluminação afeta como as pessoas se sentem em um espaço, por isso é essencial acertar. A iluminação — tanto natural quanto artificial — deve ser considerada desde o início. Quanto mais cedo for levado em consideração, mais complementará o design de interiores e a arquitetura e trabalhará para criar o ambiente necessário.

A chave para uma ótima iluminação residencial é a qualidade da luz e como ela interage com diferentes superfícies. Como a luz em si é invisível, um erro comum é colocar muita ênfase no hardware ou design de uma luminária, acima da qualidade da luz que está sendo emitida. Por exemplo, um lustre pode ser escolhido porque parece elegante, mas como ele realmente iluminará um espaço? Isso precisa ser considerado.

Revise a função de cada espaço individual. Descubra quais superfícies devem ser vistas e iluminadas e qual composição é necessária em diferentes momentos do dia. Não basta inundar um espaço com luz.

Quais são os tipos de iluminação?

Todos os ambientes precisam de iluminação. Entretanto, nem todos os ambientes precisam do mesmo tipo de iluminação.

Isso porque a iluminação residencial ideal vai depender da proposta de cada espaço. Para isso, existem três principais tipos de iluminação: direta, indireta e difusa além de outras aplicações específicas.

Principais tipos de iluminação residencial: direta, indireta, semi direta, semi indireta, difusa.
Principais tipos de iluminação residencial.

Iluminação direta

A iluminação direta é aquela direcionada para um ponto específico. Seu objetivo é garantir o foco de luz sobre um objeto ou sobre um local onde se realiza alguma atividade.

Geralmente, esse tipo de iluminação é feito com itens que permitem o direcionamento exato da luz, como spots, luminárias e pendentes. As lâmpadas de LED também são as mais utilizadas, já que não influenciam na cor do objeto que ilumina. 

Na iluminação residencial, esse modelo é muito usual sobre balcões de cozinha, escritório e espaços de maquiagem, como o espelho do banheiro.

Iluminação indireta

A iluminação indireta utiliza as luzes de forma que elas sejam direcionadas a uma superfície e depois serem refletidas de maneira uniforme no ambiente. Para isso, é comum serem utilizados spots, arandelas e fitas de LED.

Esse tipo de iluminação é bem mais suave do que a iluminação direta. Por isso, cria a sensação de espaços mais intimistas, confortáveis e visualmente mais agradáveis para a permanência.

Na iluminação residencial, esse modelo é ideal para quartos, salas de estar e ambientes mais íntimos.

Iluminação difusa

A iluminação difusa possui um tipo de filtro, de acrílico ou vidro, que bloqueia parte da luz. Por isso, essa iluminação não agride os olhos, é mais uniforme e gera menos sombras no ambiente.

Esse tipo de iluminação geralmente é posicionado de forma central no teto ou nos cantos a partir de luminárias de embutir, lustres ou arandelas, por exemplo.

A iluminação difusa é muito versátil, por isso, é o modelo mais comum para iluminação residencial. Ela pode ser utilizada em todos os ambientes, do quarto à cozinha.

Iluminação de tarefas

A iluminação de tarefa é direcionada para uma área específica para dar mais detalhes aos objetos e proporcionar uma passagem segura. Qualquer trabalho de curto alcance, como cozinhar, costurar, desenhar e escrever, deve ter iluminação de tarefas. Normalmente luminárias de mesa ou auxiliares são as mais utilizadas.

Iluminação de destaque

A iluminação de destaque é usada para “acentuar” recursos e adicionar interesse visual a um objeto ou área. É o algo extra especial que faz as pessoas irem “oooh” e “aaahh”. Use luzes de destaque para adicionar drama e mudar o clima de uma sala. Tradicionalmente, essa iluminação direcionada para obras de arte ou usada com fitas de LED ao redor dos móveis.

Quais são os tipos de lâmpada?

Além do tipo de iluminação, outro fator que pode determinar se um ambiente será bem ou mal iluminado é o tipo de lâmpada utilizado.

Por isso, listamos a seguir os principais modelos de lâmpadas para iluminação residencial. Confira!

Lâmpadas incandescentes

As lâmpadas incandescentes são o modelo mais antigo, existente desde a criação da energia elétrica. Elas são popularmente conhecidas pela sua iluminação amarelada e difusa e pelo calor que a lâmpada gera.

O grande problema das lâmpadas incandescentes é que elas têm pouca eficiência luminosa e uma vida útil mais curta do que os modelos mais modernos. Por isso, acabam representando um gasto muito maior na iluminação.

Lâmpada incandescente
Lâmpada incandescente.

Lâmpadas fluorescentes

As lâmpadas fluorescentes são conhecidas por serem luzes “frias”, ou seja, com cores brancas e azuladas.

Esse modelo é mais econômico e duradouro. Quando comparadas, as lâmpadas fluorescentes consomem apenas 80% da energia das incandescentes e podem durar até 24 mil horas.

Por esse motivo, essa é uma das opções mais comuns para iluminação residencial

Lâmpada fluorescente
Lâmpada fluorescente.

Lâmpadas de halogênio

As lâmpadas de halogênio são uma média entre as incandescentes e as fluorescentes. 

Isso porque, assim como as lâmpadas incandescentes, elas também acendem a partir do calor. Entretanto, elas consomem até 40% menos energia, duram cerca de mil horas a mais e têm uma iluminação melhor — embora não tão boa quanto as lâmpadas fluorescentes.

Geralmente, esse modelo de lâmpada é mais utilizado na iluminação residencial decorativa, trazendo uma ideia mais rústica para o ambiente.

Lâmpada halógena
Lâmpada halógena.

Lâmpadas de LED

As lâmpadas de LED são as mais modernas do mercado. Graças à sua tecnologia, elas se tornaram referência em iluminação, economia, eficiência e custo benefício para iluminação residencial.

Este tipo de lâmpada consome até 90% menos de energia, ou seja, têm baixo custo e alta durabilidade. Além disso, elas não poluem o ambiente e mais de 98% dos materiais usados na sua composição podem ser reciclados.

Por serem uma opção eficiente e mais econômica a longo prazo, as lâmpadas de LED têm sido cada vez mais consideradas como a melhor opção para projetos de iluminação.

Lâmpada de LED
Lâmpada de LED.

Temperatura de cor na iluminação residencial

A temperatura de cor é uma maneira de descrever a aparência da luz fornecida por uma lâmpada. Ela é medida em graus de Kelvin (K) em uma escala de 1.000 a 10.000. Normalmente, as temperaturas Kelvin para aplicações de iluminação residencial caem em uma escala de 2000K a 6500K.

Você pode não perceber, mas as lâmpadas têm uma ampla variedade de temperaturas de cor. A temperatura de cor da luz que você escolher pode ajudar a definir um certo clima em seu ambiente ou até mesmo torná-lo mais produtivo, como em um espaço de escritório ou cozinha.

Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, a temperatura da cor não é um indicador do calor da lâmpada. Na verdade, nos permite saber qual será a aparência da luz usando cores quentes e frias. Dessa forma, compreender a escala de temperatura ajudará você a escolher a melhor “cor” de luz para sua casa.

A temperatura de cor geralmente é baseada em práticas para tipo e uso de um espaço. Por exemplo, aqui está uma lista geral de temperaturas de cor “típicas” para vários espaços:

Temperatura de cor (KELVIN)2700K3000K4000K5.000K
Aparência da luzBranco QuenteBranco QuenteLuz neutraLuz do dia fria
SensaçãoAconchegante, convidativoQuente, acolhedorTranquilidade e focoFresco, revigorante
AmbienteSalas, cozinhas, quartosBanheiros, entradas, locais ao ar livreCozinhas, salas, corredores, escadasEscritórios, cozinhas, oficinas, garagens
Melhor paraAbajoures decorativo, luz de velasIluminação superior, iluminação lateralIluminação superiorIluminação de tarefas, iluminação de segurança
Tabela de temperatura de cor aplicado na iluminação residencial

Contexto da temperatura de cor

Cores das paredes: Observe as cores de suas paredes, piso, teto e móveis. Se a sua casa consiste principalmente em cores frias, como pretos, cinzas, azuis, verdes e brancos nítidos, uma temperatura de cor de LED fria, como 3000K ou 3500K, pode ser a melhor escolha para complementar sua decoração. 

Materiais da construção: Por outro lado, se sua casa estiver cheia de materiais naturais, como pisos de madeira, tetos de lingueta e ranhura, armários e móveis de madeira, tapetes e tecidos em marrons, bege, vermelhos, laranjas, LEDs brancos mais quentes provavelmente serão sua melhor aposta.  

Estilo da casa: Outra coisa a considerar é o estilo da sua casa. Certos espaços em casas tradicionais e transitórias normalmente ficam melhores sob luz branca quente LED de 2700K, porque emite um brilho semelhante à luz de velas, luz a gás e luzes incandescentes antiquadas, que lembram as casas clássicas. 

Conforto é mais importante que estilo: As linhas limpas e o design minimalista das casas modernas podem ficar melhores com LEDs mais frios, visualmente falando. Mas também tenha em mente que para certas áreas, como o quarto, temperaturas mais quentes ainda podem ser a melhor escolha para permitir o relaxamento e o sono.

Luz de tarefa x luz ambiente: Você não deve considerar apenas a iluminação do ambiente mas combinar a luz do ambiente com a localizada. Por exemplo, você pode ter um home office com uma iluminação mais aconchegante no ambiente, mas na sua mesa de trabalho tenha uma luminária com uma luz mais fria para sua produtividade. Isso vale também para a cozinha e a pia e bancada.

Temperatura de cor para cada ambiente

Sala de jantar

Temperatura de cor sugerida: 2700K – 3000K
Essaa iluminação é um equilíbrio entre ser convidativa, mas também brilhante o suficiente para que você possa ver o que está comendo. Recomendamos a instalação de um dimmer para ajudar a ajustar o clima perfeito. 

Banheiro

Temperatura de cor sugerida: 3000-4000K
Gostamos que os espaços do banheiro sejam mais claros e funcionais para rotinas como aplicar maquiagem e fazer a barba. Mas esse ambiente pode se transformar facilmente em mais relaxante com o uso de um dimmer.

Sala de estar

Temperatura de cor sugerida: 2700-3000K
A sala é um espaço convidativo no qual você deseja relaxar e que também é perfeito para entretenimento. Usar um dimmer ajudará a definir a atmosfera certa para assistir TV e noites de cinema.

Quarto

Temperatura de cor sugerida: 2700-3000K
Os quartos são considerados o espaço mais íntimo da sua casa. Recomendamos manter as luzes baixas e quentes para uma atmosfera relaxante que permite relaxar e descansar.

Cozinha

Temperatura de cor sugerida: 2700-4000K
A luz brilhante na cozinha é ideal para preparar alimentos e ler receitas. Mas como as cozinhas são tão versáteis, a temperatura da cor pode variar.  Um branco 3000K ‘neutro’ é à prova de falhas e ficará ótimo.

Escritório

Temperatura de cor sugerida: 3000-5000K
Você precisará de iluminação brilhante e funcional para ser produtivo e focado. As lâmpadas LED de 4000K podem ser uma boa ideia em um escritório ou espaço de trabalho que você usa principalmente durante o dia.

Tipos de luminárias para casa

A iluminação não só pode deixar um ambiente mais funcional, como também contribuir para a decoração do espaço.

A seguir, confira os principais tipos de luminária decorativa para colocar na sua casa:

Arandelas

As arandelas são um tipo de luminária fixada na parede que pode ser encontrada em vários formatos, materiais e cores. Geralmente, elas são usadas como iluminação de apoio ou de fundo.

Como grande parte das arandelas emite uma luz difusa, elas também são muito utilizadas para compor a decoração de um ambiente. Isso porque, graças a sua iluminação suave, elas trazem a sensação de conforto e elegância. São muito utilizadas na iluminação externa e de jardim.

Fitas de LED

As fitas de LED são um tipo de luminária fabricada em formato de fita flexível, como um pisca-pisca. Por ter uma luz suave e indireta, esse modelo é comumente usado para realçar pontos da decoração.

Além disso, alguns modelos têm tecnologia inteligente e integração com controles remotos que permitem regular a intensidade da luz e criar efeitos de iluminação.

Na iluminação residencial, as fitas de LED são muito utilizadas para criar profundidade atrás de espelhos, realçar prateleiras, armários, bancadas e bordas de cabeceira.

Fita de LED
Fita de LED.

Spots

Os spots são pequenas luminárias com lâmpadas menores e luz direcionável. Por isso, são muito utilizados para criar pontos de luz e distribuir a iluminação em um espaço.

Os principais modelos de spots de luz disponíveis no mercado são:

  • spot de luz quadrado;
  • spot de luz de sobrepor;
  • spot de luz de embutir;
  • spot de luz redondo;
  • spot de luz trilho.

Geralmente, esse tipo de luminária é muito comum em áreas externas. Mas seu uso na iluminação residencial interna tem se tornado cada vez mais comum para trazer mais sofisticação e modernidade para o ambiente.

Para isso, os spots de luz podem ser utilizados embutidos em sancas de gesso ou no interior de armários, prateleiras, nichos e estantes.

Spot de LED redondo
Spot de LED redondo.

Como dividir os spots no teto?

De maneira geral, a melhor maneira para dividir os spots de luz no teto — ou em outros pontos da iluminação residencial — é garantir que eles tenham, em média, 75 centímetros de espaço entre uma lâmpada e outra e 15 centímetros de distância da parede.

Essa medida de distância é suficiente para criar um efeito mais harmonioso da luminosidade da parede, deixando o ambiente agradável e bem iluminado.

Luz branca ou luz amarela?

Por fim, antes de partir para a iluminação de cada cômodo, é importante escolher qual tonalidade de luz usar: branca ou amarela?

De maneira geral, a luz branca traz mais visibilidade e estimula mais a atenção, o foco e a produtividade. Por isso, é a mais recomendada para ambientes como cozinhas, home office e áreas de estudo.

Já a luz amarela traz mais descanso aos olhos, o que causa a sensação de aconchego. Por isso, é a mais recomendada para espaços íntimos e sociais, como quartos e salas de estar.

Não existe uma regra para o uso de luz branca ou amarela, tudo vai depender da sensação que se pretende transmitir em cada cômodo. Entretanto, é importante ficar atento no caso de ambientes integrados.

Se a cozinha se integra com a sala, por exemplo, é possível usar lâmpadas com tonalidades diferentes, mas é preciso que elas tenham temperaturas próximas para que o impacto visual seja o menor possível.

Como fazer a iluminação de cada ambiente? 

A iluminação residencial tem o poder de trazer a sensação de aconchego e relaxamento ou concentração e foco, de acordo como for utilizada. 

O fato é que cada ambiente tem uma proposta e pede um tipo de iluminação. Por isso, a seguir, separamos algumas dicas sobre o tipo de luminária para usar em cada cômodo e garantir o melhor aproveitamento do espaço. Confira!

Iluminação da cozinha

Em resumo, a iluminação da cozinha precisa ser eficiente, clara e difusa. Por isso, é recomendável utilizar lâmpadas de luz branca nesse cômodo, já que elas são mais intensas.

Além disso, vale a pena reforçar a iluminação das bancadas onde se manipulam os alimentos com luzes direcionadas. As melhores opções para isso são acrescentes pontos de luz com os spots de LED ou usar fitas de LED embaixo dos armários sobre a bancada.

Para cozinhas com ilhas, uma ideia para melhorar a iluminação e compor a decoração do ambiente, é utilizar luminárias pendentes, que são aquelas que descem do teto por meio de fios elétricos ou cabos.

Iluminação da cozinha com pendentes sobre a bancada e fitas de LED nos armários
Iluminação da cozinha com pendentes sobre a bancada e fitas de LED nos armários. Foto/Reprodução: Residence Style.

Iluminação da sala

A sala é um dos principais pontos de atenção na iluminação residencial. Isso porque, geralmente, esse é o principal cômodo da casa para descansar ou receber visitas.

Nesse espaço, o ideal é ter uma iluminação central com luminárias de teto e criar pontos de luz específicos com arandelas, iluminação embutida em gesso ou luminárias de piso.

Em todos os casos, é importante que a iluminação da sala traga uma sensação de aconchego. Para isso, o recomendado é utilizar luzes difusas, suaves e de cor amarela, que é mais agradável aos olhos.

Atenção! Nunca posicione pontos de luz em cima de sofás ou poltronas, pois isso pode incomodar as pessoas que se sentarem no local.

Iluminação da sala com luzes embutidas no gesso, spots e luminárias
Iluminação da sala com luzes embutidas no gesso, spots e luminárias. Foto/Reprodução: Tons Da.

Iluminação do banheiro

Assim como a cozinha, a iluminação do banheiro também pede luzes claras, intensas e uniformes para todo o ambiente. Para isso, a melhor opção são as lâmpadas fluorescentes.

Além disso, vale a pena investir em pontos de luz extra no local onde fica o espelho. Isso é importante porque ajuda que o rosto da pessoa que se olhar fique iluminado de maneira uniforme, sem sombras, o que é fundamental para mulheres que se maquiam e homens que precisam fazer a barba.

As melhores maneiras de fazer isso pode ser utilizando arandelas nas laterais do espelho, por exemplo, ou fitas de LED logo atrás. O importante é evitar lâmpadas refletoras, já que elas são as responsáveis por criar os efeitos de sombra no rosto.

Iluminação do banheiro com arandelas entre os espelhos
Iluminação do banheiro com arandelas entre os espelhos.

Iluminação do quarto

O quarto precisa ser um local de descanso. Por isso, a melhor opção para iluminação residencial deste cômodo são as luzes suaves, uniformes e indiretas. Para isso, é possível usar luminárias com vidro de acrílico ou fosco ou apostar na iluminação embutida no gesso como rebatedor.

Além disso, esse espaço também pede pontos focais de luz caso a pessoa goste de ler, ver televisão ou precise levantar durante a noite. Então, vale a pena ter abajures ou investir no uso de dimmers para controlar a intensidade da luz principal.

Uma boa maneira de completar a iluminação do quarto e ainda contribuir para a decoração é usar fitas de LED nas bordas da cabeceira da cama. Entretanto, é preciso garantir que ela não ilumine diretamente quem está deitado.

Iluminação do quarto com fita de LED na cabeceira da cama
Iluminação do quarto com fita de LED na cabeceira da cama. Foto/Reprodução: Contemporist.

Iluminação do home office

A iluminação do home office precisa unir conforto e funcionalidade. Por isso, o ideal é escolher lâmpadas de LED neutras ao invés das brancas ou amarelas.

Isso porque, além de serem mais econômicas e capazes de iluminar de maneira homogênea, elas oferecem a possibilidade da temperatura branco neutro, que oferece conforto visual e estimula a concentração sem cansar os olhos.

No caso do home office, a posição das luminárias também faz toda a diferença. O ideal é que o foco de luz esteja logo acima da mesa de trabalho. É importante ter atenção pois, se a luz vier de trás, ela pode gerar sombra e atrapalhar as atividades. 

Uma opção para garantir essa iluminação direcionada é apostar em luminárias pendentes sobre a mesa. Além disso, as fitas de LED também podem iluminar prateleiras e estantes de livros.

Iluminação do home office com luzes direcionadas
Iluminação do home office com luzes direcionadas. Foto/Reprodução: Decoist.

Iluminação da área gourmet

A área gourmet tem uma função social muito importante. Geralmente, este é o espaço que utilizamos para fazer eventos ou receber os amigos. Por isso, é um ponto da iluminação residencial que merece muita atenção.

No geral, algumas das opções mais comuns para iluminação da área gourmet são:

  • trilhos de spots direcionáveis para iluminação geral;
  • spots de luz para destacar revestimentos e plantas;
  • luminárias pendentes sobre bancadas, churrasqueiras e mesas;
  • arandelas externas para compor a iluminação.
Iluminação da área gourmet com pendentes sobre a bancada
Iluminação da área gourmet com pendentes sobre a bancada.

Iluminação do jardim

De maneira geral, a iluminação do jardim costuma ter um caráter muito decorativo. Assim, é comum utilizar spots, arandelas e refletores.

Para criar o efeito de sombra entre as plantas baixas, por exemplo, o ideal é posicionar as luminárias entre as plantas. Já para valorizar arbustos e árvores, uma dica é colocar a iluminação de baixo para cima.

Outras opções são utilizar também luminárias de poste, cordões de luz, drivers de LED e luminárias de chão.

Iluminação do jardim com luminárias entre as plantas
Iluminação do jardim com luminárias entre as plantas.

Iluminação da área externa

A iluminação da área externa tem um aspecto tanto decorativo, quanto de segurança. Por isso, o ideal é utilizar luzes que ajudem a clarear o espaço.

Na fachada da casa, por exemplo, é importante que haja uma iluminação direcionada para a porta principal, pois isso contribui para a visibilidade dos moradores. Para isso, uma dica é posicionar arandelas ao lado da porta.

Além disso, se houver um caminho que leve até a entrada, uma opção é que ele seja iluminado com spots embutidos no chão. Essa é uma tendência que, além de trazer mais segurança, contribui para a decoração do espaço.

Iluminação da área externa com pontos de luz no caminho de entrada
Iluminação da área externa com pontos de luz no caminho de entrada.

Guia rápido: 10 dicas de iluminação para casa

  • Aproveite ao máximo a iluminação natural dos cômodos
  • considere o estilo e a decoração do cômodo
  • conheça os tipos de lâmpada
  • tenha atenção à temperatura da lâmpada
  • use uma luz central como fonte principal de iluminação
  • complemente a iluminação com pontos de iluminação indireta
  • evite luminárias diretamente sobre sofás e poltronas
  • use fitas de LED para destacar prateleiras, nichos e armários
  • chame a atenção para mesas e ilhas como luminárias pendentes
  • valorize paredes especiais com luzes direcionadas

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Autor deste artigo

Empresa multinacional brasileira de venda e distribuição de Materiais Elétricos, Equipamento de Segurança, Infraestrutura de Rede, CFTV, Serviços Industriais, Automação e Iluminação que atende em todo o Brasil.
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